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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Você concorda com a pena de morte?


Ultimamente a mídia tem nos mostrado alguns casos famosos de pessoas condenadas à pena de morte - algumas delas foram executadas recentemente. Um dos casos mais comentados aqui no Brasil foi do brasileiro Marcos Archer Cardoso Moreira, que foi executado em janeiro deste ano. Ele tinha 53 anos e foi condenado à morte por tráfico de drogas na Indonésia - ele foi preso com 13,4 kg de cocaína no aeroporto de Jacarta (capital da Indonésia), em 2003. Outro brasileiro aguarda a execução no corredor da morte, na Indonésia - é o surfista Rodrigo Gularte. Esta semana, dia 3/2,  a embaixada do Brasil solicitou sua hospitalização, já que foi diagnosticado com esquizofrenia. A família luta para livrá-lo da execução. Gularte deverá ser executado junto com outros 6 estrangeiros, por fuzilamento ainda neste mês. Estes dois homens causaram maior impacto aqui no Brasil por serem brasileiros. Ficamos chocados com a notícia, pois nunca houve casos de execução de brasileiros por pena de morte em outros países. No Brasil a pena de morte não é aplicada, mas pode ser executada somente em casos de guerra declarado - de acordo com a Constituição Federal. 


A pena de morte é adotada por diversos países, como EUA, China, Arábia Saudida, Irã, Iraque, Indonésia dentre outros. 
Existem vários métodos de execução aplicados ao redor do mundo... Os países ocidentais optam por métodos mais humanizados, como a injeção letal, por exemplo. No oriente estes métodos são mais violentos e muitas vezes, os crimes que podem levar à pena de morte são mais banais.

Segue abaixo alguns métodos de execução utilizados ainda hoje no oriente:

1) Decapitação: este método é muito utilizado na Arábia Saudita, que feito com o uso de espada. 

2) Enforcamento: é praticado em países da África e Ásia, como Afeganistão, Bangladesh, Botsuana, Cingapura, Egito, Irã, Iraque, Malásia, Coréia do Norte, Japão, Gaza, Síria, Sudão e Sudão do Sul. Hoje as mídias publicaram a notícia da execução, pelo governo da Jordânia, da extremista iraquiana Sajida al-Rishawi e um homem  ligados à filial iraquiana da rede terrorista Al Qaeda.

3) Apedrejamento - este método é adotado pelo Irã, e sabe-se que existem pelo menos 15 pessoas aguardando a execução

4) Crucificação - apesar de ter sido abolida pelo imperador Constatino em 337 D.C, o Irã ainda tem em seus códigos penais esta punição.

Outros métodos foram adotados ao longo da história, os quais não são mais utilizados, como por exemplo: 
 - a guilhotina, a fogueira, o empalamento, o garrote (asfixia), a roda (com braços e pernas amarrados numa roda, onde a pessoa era golpeada por uma barra), pisada de elefante

Existem argumentos a favor e contra a pena de morte em todo mundo. Os que aprovam alegam que a sentença previne ou diminui os índices de criminalidade pois fazem com que as pessoas pensem antes de cometer um crime. Para os que concordam com a pena de morte, existem indivíduos que são irrecuperáveis, que  representam um risco constante e contínuo à sociedade e que muitas vezes, aparentemente não apresentam arrependimento em relação a seus crimes praticados de forma bárbara. Para aqueles que são a favor, a pena de morte é a única forma de deter um criminoso irrecuperável e a garantia de, pelo menos este indivíduo não poderá mais cometer crime algum. Desta forma, a sociedade passaria através do sistema judiciário a ter uma "arma" na guerra contra os delinquentes.

Os que são contra a pena de morte dizem que é desumana, degradante e viola o direito à vida. Existe também o argumento de ordem religiosa e espiritual, e isso inclui a maioria das religiões, segundo a ótica de que todo indivíduo enquanto vive tem a chance de se arrepender e mudar de atitude e caráter. 
Outro questão é a determinação divina sobre a vida das seres humanos, ou seja, somente Deus pode decidir quem deveria viver ou morrer.
Para estas pessoas, a pena de morte é uma espécie de vingança da sociedade contra os criminosos e não iria trazer nenhum alívio  na dor das pessoas que perderam seus entes queridos vítimas de um criminoso. Pelo contrário, perduraria a dor e o trauma destas pessoas. 
Segundo aqueles que são contra a pena de morte, não se podem promover  mortes em detrimento de outras mortes.
Existe também a possibilidade de condenar um inocente por erros na justiça - quantas pessoas já foram executadas sem terem cometido nenhum crime? Até mesmo considerando países onde a lei funciona de forma justa, como os EUA, existem casos de erros graves os quais pessoas inocentes foram executadas. 

E você, é a favor ou contra a pena de morte? Já pensou nisso?

Um abraço a todos,

Veridiana Cordeiro






sexta-feira, 1 de novembro de 2013

O significado da Morte

Hoje, véspera de Finados, o tema será sobre a tão temida e conhecida, Morte.

Não é fácil falar sobre a morte. Mas ela está presente em nossas vidas e por isso é tão importante termos uma interpretação positiva diante dela. Desde crianças, quando temos a primeira percepção de que não somos eternos, ela nos atormenta. Muitas vezes não é nem o medo de morrermos e sim de perdermos as pessoas que mais amamos. É difícil lidar com a morte – só os mais amadurecidos, vividos e evoluídos são capazes de entender e simplificar o inexplicável. O que significa a morte pra você?

A morte é o fim de alguma coisa e o começo de outra. Pode ser simbólica ou real. Sempre iremos andar lado a lado com ela. E por isso temos que estar preparados. E isso é tarefa para poucos.

Para muitos a morte é o fim de tudo, não somente do corpo físico, mas também da alma. Muita gente não acredita em vida após a morte. Mas é muito reconfortante a gente acreditar que exista algo além desta vida – um lugar para onde iremos depois de partirmos, rumo ao desconhecido. É para isso que existem as religiões. Mas você não precisa ter religião – você pode ser um agnóstico (alguém que não tem religião, mas acredita em Deus).

Independente do seu credo, o simples fato de você acreditar em alguma coisa que justifique a sua existência e garanta um futuro além túmulo, já faz com que você tenha uma qualidade de vida melhor do que a daqueles que não acreditam em nada. E isso não sou eu quem  estou afirmando – existem estudos sobre este tema (a revista Veja já fez uma matéria sobre isso e a Super Interessante também), e já se concluiu que pessoas religiosas ou que acreditam em alguma coisa divina, vivem melhor. Isso porque elas possuem fé, que por sua vez é aquilo que as faz suportar todo sofrimento que passam nesta vida, na esperança de que tudo isso será recompensado após a morte. É uma forma de viver – e com certeza deve ajudar muito, porque tira a sua responsabilidade pelas coisas que não podem ser controladas. Você coloca Deus como aquele que decide pelas coisas que acontecem na sua vida, e tem a certeza de que aquilo é para o seu bem ou que depois de todo o sofrimento, ele estará lá no Céu para te receber.  Isso falando nas religiões ocidentais. Mas independente da religião, a morte sempre será aliviada pelas pessoas que acreditam em vida após a morte. 

É isso aí. Até o próximo Post!

Veridiana Cordeiro

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

QUAL O SENTIDO DA VIDA?

De repente me deu vontade de escrever – talvez pra colocar pra fora uma coisa que tem me deixado com uma sensação estranha por dentro. Na verdade já faz um tempo que venho pensando na vida; aliás eu sempre penso nela, no sentido de tentar entender qual é a minha missão, a minha história, sei lá. Na ânsia por querer entender algo que não existe resposta certa, procuro sempre tentar fazer algo que me faz sentido. Acredito que não tem nexo vivermos uma vida apenas pra curtir os momentos bons e os outros momentos, seguir em frente, sobreviver da melhor forma possível. Pra mim a vida não pode ser apenas vivida procurando viver um dia após o outro – a gente precisa dar um sentido pra tudo isso...
Não acho que é preciso passar por uma situação de quase morte pra mudar o rumo de nossas vidas ou a forma de pensarmos sobre ela. Já falei sobre este tema em outro post, mas é realmente o que eu acredito.
Ajudar ao próximo é uma maneira de dar um sentido mais evoluído na minha vida, algo quase que espiritual. A gente não precisa ajudar os outros dando dinheiro a todos que pedem no semáforo. Acredito que podemos ajudar o próximo em qualquer lugar, a qualquer momento  - simplesmente sendo gentil com todo mundo, inclusive com os mais humildes de seu trabalho. Podemos ajudar o colega que pode estar precisando de um ombro amigo – isso não é difícil encontrarmos. Ou, como sempre faço também, ajudando de alguma forma no trabalho, ensinando aquilo que sabemos fazer bem – acho que isso também é ajudar ao próximo...
Houve uma época em que achava isso totalmente normal, que todo mundo fazia. Depois de um tempo conhecendo muitas pessoas, comecei a perceber que poucas são aquelas que pensam no próximo – está todo mundo pensando em si mesmo, em como se dar bem no trabalho, como ganhar mais, como ficar mais bonita e por aí vai...  mesmo aquelas pessoas bacanas, aparentemente do bem, que não fazem o mal, mas também não se preocupam em fazer o bem.
Comecei a me preocupar quando passaram a me achar uma pessoa boa, muito do bem, quase uma santa! Nossa, eu não me acho nada disso e fico triste de ver que uma pessoa como eu possa ser algo muito além do que está acostumado a ver nesta vida. Sim porque eu tenho um monte de defeitos, acho que poderia fazer muito mais pela humanidade, enfim, será que é isso mesmo? Será que é muito difícil querer ajudar os outros, fazer alguma coisa pra mudar este mundo?
Enfim, eu sempre pensei em passar por esta vida e deixar alguma coisa de valor, não somente para minha família, mas para todo mundo. Não tenho a pretensão de ser uma santa, um mártir ou algo do tipo. Quero que sobre tempo na minha vida para fazer algo verdadeiro, que faça sentido. Na semana passada dei o meu primeiro passo, de muitos é claro. Começar como voluntária em uma ONG muito conhecida, foi pra mim algo novo, desconhecido, mas muito excitante – fez bem pra minha alma.

E você, sabe o que está fazendo nesta vida? Acha que está perdendo seu tempo e que poderia fazer algo mais? Pense nisso e tome uma atitude agora.

sábado, 17 de agosto de 2013

A ORIGEM DA MALDADE

Sempre me questionei a respeito da origem da maldade nas pessoas. Há quem diga que a pessoa já nasce propensa a fazer o mal. Pode até ser, mas isso só acontece quando a pessoa já tem uma quedinha pro mal... Nesta semana vi uma entrevista do psicólogo americano, Philip Zimbardo, na Veja (21/08/13), nas páginas amarelas, sobre este assunto. Concordo plenamente quando ele diz que "o mal está no caráter, na personalidade. Ou seja, ele repousa dentro das pessoas - e pode vir a tona ou não". Na verdade fiquei um pouco perplexa quando ele comentou que, submetida a uma forte pressão, muito pouca gente é capaz de resistir ao mal - ele diz que somente 10% das pessoas conseguem permanecer imunes a estas situações. 
Quando a pessoa sai do conforto e a segurança de um ambiente ou uma família equilibrada e entra em uma situação totalmente inesperada, pode despertar nela reações totalmente contrárias a tudo aquilo em que acredita, fazendo emergir um lado dela, bastante cruel. 
O que ele quis dizer é que o ser humano é muito flexível em relação a seus valores e crenças, que tende a se adaptar a qualquer situação - as pessoas mudam seus padrões habituais para outros que façam mais sentido. Uma pessoa nunca saberá ao certo se faria algo ruim ou não, diante de uma situação extrema - não há como prever isso. 

É interessante como a nossa mente possui uma capacidade infinita de racionalizar e justificar nossas ações - e os nazistas souberam fazer isso muito bem quando diziam que aqueles atos bárbaros contra os judeus, eram necessários, em prol de uma causa, um bem maior - outros menos idealistas falavam que estava apenas realizando seu trabalho. Se  pararmos pra pensar, haviam milhões de pessoas em cumplicidade com o que Hitler estava fazendo, prontas pra exercer o mal em sua pior forma.
Mas é importante que se entenda que há pessoas mais propensas a praticar o mal, como por exemplo, os psicopatas, que têm consciência de seus atos, e ainda assim não sentem a menor culpa, vergonha ou empatia pelas suas vítimas - ainda bem que representam apenas 1% da população. E muitas outras pessoas que não são psicopatas, mas convivem em ambientes violentos, sofreram abusos na infância, e quando adultos, cometem os mesmos atos ou ainda outros piores - este grupo representa a maior parte das pessoas que praticam o mal, por estarem em contato com situações que incitam ao mal.

Mas o que me deixa feliz são os 10% de pessoas que permanecem imunes a tudo isso e tocam sua vida pensando sempre em fazer o bem - e alguns deles, tendo nascido em locais violentos, conseguem superar as dificuldades de um ambiente hostil e acabam se tornando inspiração para muitos, exemplo para a humanidade. Um bom exemplo, atual, é o ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, que lutou contra o regime racista do Apartheid, ficou preso por 27 anos e quando saiu da prisão, se tornou o melhor presidente que aquele país já teve e inspiração para muitas pessoas. Ele, certamente, é um ótimo exemplo de pessoa imune à situações que incitam ao mal.

Um abraço a todos, e até o próximo post!






quarta-feira, 13 de março de 2013

Você é Autêntico?

Às vezes sentimos vontade de dizer ao mundo o que realmente a gente pensa a respeito das pessoas que convivem conosco, e queremos muito ser o que gostaríamos de ser, sem pensar no preconceito, no que os outros iriam dizer - deixar de ser aquilo que os outros esperam da gente. Acho que a maior parte das nossas  vidas é desperdiçada com as aparências, de sermos o que os outros querem que sejamos, ou mostrar pros outros a pessoa que achamos que eles esperariam da gente. Tanto stress querendo ser outra pessoa mais interessante, mais culta, mais estudada, mais bonita, e por aí vai. A gente se esquece de quando era criança, uma fase em que a gente podia ser o que quisesse - naquela época éramos autênticos.
E o medo de ficar desempregado, os outros comentarem e passarem a ter pena da gente? O receio das pessoas pensarem que não somos capazes de sermos bem-sucedidos - mesmo tendo o suficiente para se sustentar? Achamos que as pessoas esperam da gente mais do que somos - e você acha que alguém iria perder seu tempo pensando no fracasso do outro? Não, as pessoas estão mais centradas nelas próprias, temendo o que as outras pessoas vão pensar delas - a maior parte das pessoas não está nem aí pra você - Então pare de ficar se preocupando tanto - procure viver o momento, ser feliz. E daí se você já tem lá seus 30 e poucos anos e ainda não achou sua cara metade? O que os outros vão pensar disso não importa - pare de se esconder da família, que tanto te cobra, e encare a realidade: qual é o problema se você ainda está solteira? É uma escolha sua, não é da conta de ninguém - afinal quem paga suas contas no final do mês? Procure se amar mais e ouvir seu EU interior. Não tenha medo de dizer o que pensa - mas diga com sabedoria, no momento certo. Você não precisa fazer tudo que os outros esperam de você - aprenda a dizer NÃO. E dê tempo ao tempo - deixe de lado a angústia de querer controlar tudo e se deixe levar um pouco pela vida. Seja fiel ao que você é, ao que você deseja - não faça as coisas somente pra agradar os outros; isso tem que vir primeiro de você, da sua vontade. Seja você mesmo, seja autêntico e terá a certeza de que vai agradar a estas mesmas pessoas que tanto pensa em obter aprovação. Afinal, todos nós temos nossos medos e anseios - ninguém é perfeito e por isso mesmo ninguém tem o direito de criticar o outro por não atender suas expectativas. O mundo está aí cheio de coisas bacanas para serem vivenciadas - não perca seu tempo querendo agradar os outros. Viva!







quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Enquanto estiver por aqui


Já faz um tempo que tenho pensado em escrever a respeito das coisas que gostaríamos de ter feito e só resolvemos fazer quando estamos no “bico do corvo”.  Hoje estava lendo um artigo sobre um livro lançado recentemente aqui no Brasil, mas já bem famoso lá fora, intitulado “Antes de Partir”, de Bronnie Ware, quando resolvi escrever a respeito deste tema. O livro reúne relatos  de pacientes terminais, em suas últimas semanas de vida e conta o que eles gostariam de ter feito durante sua vida.

Antes deste artigo, assisti  também a um filme, chamado “As férias da minha vida”, uma comédia com a atriz Queen Latifah, que contava a história de uma mulher que após ser diagnosticada como portadora de uma doença terminal, decide mudar radicalmente sua vida, fazendo tudo aquilo que  sempre havia sonhado e nunca teve coragem de concretizar. Apesar de ser uma comédia, o filme mostra claramente esta questão das pessoas deixarem pra depois aquilo que poderiam ter feito muito antes, em um outro momento de suas vidas.

Por que as pessoas esperam pra dizer ou  fazer as coisas que mais desejam, somente quando estão pra morrer ou quando acontece algo de muito errado em suas vidas, como uma doença grave, um acidente, etc?

É exatamente como a letra daquela conhecida música do Titãs, “Epitáfio”, onde ele fala que “devia ter amado mais, chorado mais, ter visto o sol nascer, se arriscado mais, errado mais e ter feito o que queria fazer....”.

Minha vida inteira sempre pensei em fazer aquilo que queria fazer naquele exato momento, em  dizer aquilo que era importante para aquela pessoa quando isso foi necessário ou pedir desculpas quando estive errada, etc... Nunca pensei em jogar pra frente algo que considerasse importante, na tentativa de adiar as coisas pra resolver em um momento lá no futuro – quando estivesse pra morrer... De jeito nenhum! Sempre tive medo de passar por este tipo de situação, ou até mesmo de morrer de repente e não ter feito nada de importante nesta vida. Sim, sou uma pessoa um pouco intensa, gosto de viver intensamente cada momento da minha vida e aproveitar todos os momentos com as pessoas que amo, sempre pensando que hoje pode ser o último dia da minha vida...

A questão é, nunca deixe pra fazer no futuro,  aquilo que tem vontade de fazer hoje. Lógico que algumas coisas a gente tem que se programar, pois não dá pra fazer uma viagem pra Bali, por exemplo,  sem juntar dinheiro, sem se programar, e isso leva um pouco de tempo. Você não vai querer estourar seu cartão de crédito e ficar no negativo pra bancar uma viagem dos sonhos – tem que ter o pé no chão também.
Mas faça a viagem dos seus sonhos, não deixe pra querer fazer isso lá no futuro. Faça agora. Deixe para adiar a compra daquela TV ou celular de ultima geração, e invista em experiência de vida, um passeio de balão, em uma viagem com a pessoa que você ama; faça uma loucura de vez em quando (uma loucura calculada, claro) e leve seu companheiro (a) naquele restaurante maravilhoso que você sempre ouviu  falar que é demais mas não tem coragem de ir , ou viaje até aquela cidadezinha pitoresca, que nem é assim tão longe, só pra comer um prato que é a especialidade da região. 
Fale pra seu amado(a), filhos, pais, o quanto eles representam na sua vida – não deixe pra falar isso depois. Peça perdão pelas coisas erradas que fez e diga isso com sinceridade, ou perdoe alguém que te magoou, você vai ver como é bom ter o coração aliviado. Porque é assim que estas pessoas que estão para partir sentem – e por que não fazer isso agora? Vai ser muito mais útil... 
Visite mais seus pais, avós – eles não são  eternos e um dia você vai pensar que deveria ter feito mais isso... Beije mais seus filhos, eles crescem muito rápido e quando estiverem adultos você vai sentir falta disso – então aproveite e não deixe pra fazer isso lá na frente porque não vai ser a mesma coisa.
E quando estiver na sua hora de partir, terá a certeza de que fez tudo que tinha que ser feito, não se arrependeu de nada nesta vida, viveu intensamente os momentos, com as pessoas amadas, enfim, fez da sua jornada algo que realmente valeu à pena.

É um pouco radical, mas se você pensar que hoje pode ser o último dia de sua vida, não faria muitas coisas de forma diferente? O que você faria se tivesse muito pouco tempo de vida pela frente? Diria o que para as pessoas que ama? Teria tido que tipo de experiência? Pense desta forma e faça das respostas, seu novo estilo de vida. Mas com a certeza de que terá muito tempo pela frente ainda!


Até a próxima!

Veridiana Cordeiro

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Medos e Incertezas - reflexão para o Ano Novo


O medo paralisa. Quantas vezes você deixou de fazer algo que poderia mudar sua vida, porque sentiu medo? Aquele projeto que poderia revolucionar sua área e lhe conferir uma promoção para um cargo maior? Aquela paquera que te deixava com frio na barriga só de ouvir falar o nome dela? E aquele emprego dos sonhos, naquele prédio maravilhoso, em troca do seu emprego atual medíocre que lhe dá a sensação falsa de segurança? Quantos sonhos desperdiçados, que nunca passaram de desejos, simplesmente pelo fato de que você sentiu medo em algum momento, medo de errar, de arriscar, de se dar mal... Mas por acaso a vida é algo que a gente consiga planejar 100%? A vida é feita de incertezas e por isso ela se torna interessante – às vezes estressante, eu confesso. Mas se a gente se acomoda no modo de viver que já está passado, sem graça, sem grandes emoções, qual é o significado de uma vida vivida desta forma? É um simples acordar, comer, tomar banho , trabalhar, voltar pra casa, comer e assim por diante – uma rotina besta, que não traz nada de significante para nossa vida. Viajar então, ah só aquela sua amiga desmiolada que não tem quase nenhuma responsabilidade, solteira e sem filhos. Você até pode se dar ao luxo de viajar de vez em quando, praquela praia perto de sua cidade, pra não perder muito tempo – sempre os mesmos lugares, as mesmas pessoas, aquela rotina massacrante, até nas férias! Isso quando tiramos férias, porque tem muita gente por aí que  nunca tira férias, como se isso fosse uma heresia, uma blasfêmia, um absurdo ficar tirando férias todos os anos! E aquele happy hour que sempre é convidada e nunca vai pra não deixar o companheiro em casa sozinho e irritado com você? Aquela balada que seus amigos sempre vão e que nem mais te chamam porque sabem que você nunca vai mesmo. Você prefere ficar em casa assistindo novela, comendo em frente à televisão, a ter que discutir este tipo de coisa com seu marido/esposa, só pra não arrumar confusão. Você detesta ficar em casa, mas tem medo do confronto, não quer arriscar uma briga – melhor deixar tudo do jeito que está e ir tocando a vida...
Estas pessoas, m e desculpem, mas elas não vivem  - apenas sobrevivem. Não curtem a família, os amigos, não curtem elas mesmas. Vão tocando suas vidinhas medíocres, com tudo muito bem planejado, calculado, para que nada saia de seus controles. A aventura, o risco, o sonho não fazem parte de suas vidas – elas não tem coragem de mudar aquilo que está incomodando há séculos, pelo simples fato de que é melhor viver daquela forma infeliz a qual possam controlar, do que arriscar uma vida mais alegre, cheia de aventuras, mas incerta. O medo de algo dar errado supera qualquer tentativa de se arriscarem em qualquer coisa que lhes tragam alegria. O medo paralisa tudo.
Neste finalzinho de ano, aproveite para refletir sobre seu modo de viver. Como você tem conduzido sua vida? Ela poderia ser diferente? Vale a pena tentar mudar alguma coisa que não está  bem? É tempo de refletirmos sobre nossa vida e traçarmos planos para um ano novo diferente, cheio de novidades, de incertezas sim, mas também de sonhos realizados. O incerto pode nos trazer um pouco de stress, mas certamente abre um caminho novo em nossas vidas que pode ser muito melhor ou ao menos diferente daquela vida que estava estagnada há séculos.  Será que já não é tempo de fecharmos um ciclo em nossas vidas e partirmos para um novo, desconhecido, mas fascinante – cheio de conquistas e medos, mas certamente muito mais interessante do que o velho.

Feliz Ano Novo! Que 2013 seja repleto de incertezas maravilhosas e que o medo abra espaço para uma vida mais emocionante!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Não deixe que o acaso dirija sua vida

Outro dia li um artigo em um blog sobre a forma pela qual deixamos nos levar pela vida, como se fôssemos o passageiro de um carro, onde nosso destino é levado ao acaso. Estamos sempre em busca de uma vida melhor, tanto em relação à nossa carreira quanto nas questões pessoais. Mas o que fazemos para mudar uma situação difícil a qual não sabemos mais o sentido de mantermos tudo aquilo? Falta força de vontade pra darmos o primeiro passo em direção à grande mudança. Por toda minha vida conheci pessoas adoráveis, trabalhadoras, que não conseguiam progredir na carreira, mas nada faziam pra mudar aquela situação que as deixava tão pra baixo, desmotivadas. Lá se foram 5, 10, 15 anos de trabalho árduo numa mesma empresa, sem reconhecimento algum e elas continuavam lá, infelizes, se queixando da falta de sorte na vida profissional. Eu conversava com elas pelos corredores e ouvia suas queixas, mas nada mudava! No Ano Novo a promessa de uma vida melhor, um emprego diferente, numa empresa melhor, e meses depois lá estavam elas, na lanchonete da empresa, reclamando da má sorte.

A questão é que todos nós temos caminhos a serem escolhidos. Poucos concretizam seus sonhos e muitos se enveredam para os caminhos do acaso. A verdade é que todos nós nascemos para sermos realizadores de sonhos. Todos nós podemos ser prósperos, realizados e felizes. A diferença entre aqueles que conquistam um lugar ao sol, os “sortudos” e aqueles que ficam a mercê da sorte é o fato de acreditar em seus próprios sonhos e planejar as estratégias para conquistá-los.

O que você quer para sua vida? Essa é uma resposta pessoal, cada um tem um desejo diferente e todos têm capacidade de chegar lá. Basta dar o primeiro passo. Pare de reclamar da vida e corra atrás do seus sonhos. Comece aquele curso que há muito tempo deixou de lado porque não era prioridade – mas tem tudo a ver com você. Olhe pra dentro de si mesmo e descubra o que mais tem valor na sua vida, aquilo que lhe dá sentido nesta vida. Veja o que é preciso fazer pra conquistar sua felicidade e trace planos pra alcançar este sonho. Todo mundo é capaz de conquistar seus sonhos, basta um pouco de vontade e determinação – de querer sair do comodismo e voltar a estudar, a guardar dinheiro, enfim, investir naquilo que dá sentido à sua vida.


Pense nisso.

Veridiana Cordeiro

domingo, 16 de janeiro de 2011

É tempo de mudar...

A gente só pára pra refletir quando sobra tempo…Não que isso nunca passe em nossos pensamentos, mas é preciso parar um pouco, respirar um pouco, dar um tempo e pensar o que está fazendo de sua vida. Será que ela está no rumo certo? Não seria tempo de mudar aquilo que está te incomodando, mas você vai empurrando com a barriga porque, sei lá, tem preguiça de começar algo novo ou mesmo medo do desconhecido? São muitas as razões pelas quais a gente nunca toma a iniciativa de mudar, e deixa isso por conta do destino. O tempo vai passando e de repente, você está ficando velho, e deixou passar um monte de coisas que gostaria de ter feito e não fez por puro comodismo... Definitivamente, eu não sou assim, mas estava deixando as situações tomarem conta de mim. De uma hora pra outra, eu não era mais dona do meu destino – deixei com que estranhos dissessem o que eu era e o que eu não era capaz de fazer, sem que estas pessoas soubessem de fato quem eu era de verdade. Deixei com que os fatos mostrassem uma pessoa que no fundo eu nunca fui. Então, a virada do ano chegou e parei pra pensar o que estava fazendo com a minha vida. Isso pode acontecer com todo mundo em relação a qualquer aspecto da vida.



Uma vontade louca de mudar, de segurar as rédeas do meu destino e deixar que eu traçasse o meu caminho. Foi assim que resolvi mudar aquilo que não estava indo bem na minha vida. Agora não posso mais brigar com o destino dizendo que sou vítima das situações que estão ocorrendo, porque agora eu sou responsável pela minha felicidade.


E confesso, estou me sentindo muito bem, com uma energia renovada, uma felicidade que não cabe dentro de mim – e por isso resolvi escrever sobre isso.


Se você tem alguma coisa em sua vida que não vai bem, não tenha medo de encará-la de frente e mudar isso de uma vez por todas. Decida pela sua felicidade.






Abs,


Veridiana

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

MUDE O RUMO DE SUA VIDA

Certo dia eu estava pensando em algumas coisas as quais precisava dar um rumo à minha vida e me deparei com um texto muito interessante, escrito por Ralph Marston, um autor conhecido por escrever frases e textos motivacionais e citado em muitos sites de RH e agendas doadas para as equipes de vendas das empresas. O cara sem dúvida é muito bom ao escrever palavras que expressam motivação, as quais nos dão sentido às nossas vidas. Um dos textos falava justamente aquilo que precisava ouvir de alguém e que, de certo modo, me deu ânimo pra prosseguir com minhas idéias:


Um passo apenas

Não importa há quanto tempo você esteja andando para o norte - com apenas um passo, você é capaz de andar para o sul. O que é preciso para dar uma volta de 180º na sua vida?


Apenas um passo.


Você está a apenas um passo de uma dieta mais equilibrada, a um passo de melhorar suas finanças pessoais, a um passo de ser um profissional muito melhor e a um passo de ter um relacionamento mais gratificante.


Daqui a um minuto, seus piores problemas podem estar todos atrás de você, em vez de estarem na sua frente. Com apenas um passo, o melhor dia da sua vida pode ainda estar por vir, e não estar perdido em algum lugar do passado. Em um instante, todas as energias negativas na sua vida podem ser redirecionadas para alguma coisa na sua vida.

Apenas um passo é necessário para romper essa inércia e dar à sua vida o rumo que realmente você gostaria que ela tivesse.

Você tem que pensar nas grandes coisas enquanto estiver fazendo as pequenas, pois somente assim elas te levarão à direção certa da sua vida.

Pense nisso.



Veridiana

sexta-feira, 28 de maio de 2010

ESCOLHAS

Outro dia estava folheando uma agenda minha na empresa e me deparei com um texto muito legal que falava a respeito de “Escolhas”. Esta agenda é dada para a equipe de vendas da empresa onde trabalho e contém frases e textos de motivação, incentivo, etc... Nesta página eu fiz questão de guardar o que estava escrito, porque é o que eu realmente penso sobre a vida. O texto foi escrito por Ralph Marston e ele escreve dentre outras coisas, que nesta vida não existe nada que você seja obrigado a fazer. Todas as suas ações são, direta ou indiretamente, as que você escolhe fazer. Ou seja, as pessoas, coisas e situações que formam sua vida, são o resultado de suas escolhas. E, pensando neste sentido, as escolhas que você fez o trouxeram para onde está hoje. Mas as que você fizer a partir de agora podem levá-lo para qualquer lugar – aonde quiser ir. Você pode escolher superar os obstáculos. Você pode escolher seguir o seu sonho. As suas decisões agora determinarão o seu futuro. Você tem o poder de decidir a direção da sua vida. Pense nisso quando estiver naquele momento em que tudo parece ter dado errado na sua vida e faça a sua escolha: você pode ficar aí parado chorando as mágoas, se fazendo de vítima e culpando todo mundo pelo seu infortúnio ou pode tomar a decisão de mudar a situação e tomar as rédeas da sua vida. A escolha de encarar o problema de frente para resolvê-lo, pode parecer mais difícil a princípio, mas certamente é o melhor caminho a seguir.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

NOVOS TEMPOS

Outro dia recebi um email falando sobre questões da vida, uma reflexão sobre os novos tempos. Aquilo não era novidade pra mim, até porque todos vivemos isso e sabemos de tudo aquilo. Acontece que a gente acaba entrando numa vida tão automática, que não percebe que está sendo tragada por este ritmo alucinante do dia a dia.
O texto é de George Carlin, morto em 2008, e comentava sobre questões como o fato de dormirmos muito tarde e acordarmos cansados demais, e de fazermos mais coisas fúteis ao longo do dia do que deveríamos fazer. Ele dizia que assistimos TV demais e raramente estamos com Deus. Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. E de fato, fizemos ao longo da história da humanidade, coisas muito maiores, mas muito pouco melhores. Aprendemos a nos apressar e não, a esperar. Ele escreveu que estamos na era do “fast food” e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Vivemos um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Resolvi transcrever suas palavras para pararmos um pouco e refletirmos sobre o que é importante na nossa vida. Temos que gastar mais tempo com as pessoas que amamos porque elas não estarão aqui pra sempre. Não custa nada sermos amorosos com nossos pais, filhos, irmãos e amigos. Precisamos valorizar nossa família e as pessoas que estão ao nosso lado, sempre. Este é o verdadeiro sentido de nossas vidas, porque nada do que construirmos aqui terá valor se não tivermos com quem dividir nossas alegrias e tristezas. Cultive as relações, pois tudo na vida está baseado neste alicerce. Pense nisso.